segunda-feira, 12 de julho de 2010
O que aconteceu ao meu guarda sol?
Já sei que não foi por mal. E confesso que mesmo eu quando detectei mais esta "obra" da Luna não evitei um sorriso e senti assim como que uma ponta de orgulho por ter uma cadela assim tão "potente".
Este foi só o 3º guarda sol que ela destruiu. Mas não desistimos e agora temos lá outro que ela ainda não conseguiu dar-lhe aquele toque tão especial...
É assim a Luna, uma doce e meiga cadela que às vezes oferece estas prendas aos donos:)
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Dois ossos num só dia...
quinta-feira, 1 de abril de 2010
As investidas no quintal...
segunda-feira, 8 de março de 2010
O aspirador e o fórmula 1...
O excesso de “adrenalina”, a energia que vai acumulando durante o dia enquanto espera os donos acaba por resultar em alguns espectáculos únicos. Prefere fazê-lo na areia da praia mas até a relva (agora lamaçal) de casa serve. A Luna começa às voltas atingindo uma velocidade supersónica e leva tudo à frente. Parece mesmo um carro de fórmula um!!! A correria demora uns minutos até ela se libertar desse excesso de adrenalina no corpo. Só visto.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Porquê Marley?
Tanto eu como a Eva lemos o livro de John Grogan e vimos, mais que uma vez, o filme (baseado no livro) de David Frankel “Marley and me”. A ternura e o amor que aquela família dedicou ao travesso cachorrinho conquistaram também os nossos corações. A Luna parece mesmo competir com o saudoso Marley, pois em apenas 8 meses de vida já tem um historial de “incidentes” em nossa casa que talvez fizesse corar o seu “amigo” Marley. Na verdade, fomos aos poucos moldando a nossa vida em função da presença da Luna no nosso espaço e, ao mesmo tempo, ela foi conquistando o nosso coração. A Luna é assim, é capaz de demonstrar a sua faceta ternurenta e meiga imediatamente após um daqueles seus momentos de loucura autêntica. sábado, 27 de fevereiro de 2010
O 1º dia sem os donos...
Os dois dias que se seguiram à sua 1ª noite aconteceram no último fim de semana de Setembro e por isso todas as atenções se centraram na nossa linda “labrador”. Mas a preocupação de ambos centrava-se já no seu 1º dia sem a nossa presença. A segunda feira que se seguia ao seu 1º fim de semana na nossa companhia.
Nas noites seguintes o seu choro já não foi tão incisivo e os seus “cocós” começaram a ter a orientação que lhe sugerimos, por cima do jornal para esse propósito. O único problema era o facto da Luna se incompatibilizar, de vez em quando,
com o jornal e o destruir por completo. A cozinha começava a sofrer com as suas crises de solidão e tivemos que forrar a papel as partes inferiores das portas. Mais que uma vez. Porque o forro tinha que estar mesmo perfeito senão a Luna desfazia-o em meio minuto.
O 1º dia da Luna sem a nossa presença decorreu com normalidade no nosso quintal onde estava situada a sua casota. A única anormalidade foi ela estranhar a casota e nos primeiros tempos hesitar no seu uso. No 1º dia, regressados do emprego, demos com a laranjeira algo abalada pelas incursões rebeldes da Luna… Mas nada de grave, convergimos ambos na análise ao seu 1º dia sozinha.
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